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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Abriu a caça às trufas!



Tartufo Bianco di Alba

Trufa ou túbera é o nome vulgar dado aos corpos frutíferos subterrâneos das espécies de Tuber, um género de fungos da família Tuberaceae. Algumas das espécies vêm sendo consumidas pelo homem há mais de três mil anos.

Os gregos chamavam-na de 'hydon', os latinos denominavam-na de 'tuber' com raiz no verbo 'tumere' (inchar), os árabes 'ramech alchamec trufus' e os franceses 'truffe', derivando do significado da representação teatral de Molière 'Tartuffe' de 1664

Sabe-se que no Séc XVII já se organizavam buscas de trufas como divertimento palaciano e a sua raridade e método ainda rústico de colheita fazem com que Alexandre Dumas as tenha apelidado de “sacra santorum do mês” e Rossini como o “Mozart dos fungos”. 

As melhores trufas brancas vêm de Alba, situada na região de Piemonte, em Itália, perto de Turim. Já as trufas negras tradicionais são de origem francesa, da região de Périgord.

Hoje em dia, em detrimento dos porcos, são sobretudo usados cães amestrados para farejar esta túbera que se pode encontrar a uma profundidade de 20 a 40 centímetros, junto a carvalhos, choupos, castanheiros e salgueiros, e constituído por uma massa carnosa revestida por uma cobertura. 

trufa branca, ao contrário da negra, não é cultivável, daí que a sua raridade leve a que possa atingir valores de 240 mil Euros por um exemplar raríssimo de 1,5 kg num leilão de 2007. 

Trufa Branca de Alba é considerada a trufa branca por excelência e é utilizada em inúmeros produtos gourmet como por exemplo azeites trufados, molhos, conservas e manteigas. Possui proteínas, hidratos de carbono, gorduras semelhantes a outros fungos e uma percentagem de água entre os 75% e os 90%. 

É nos meses de Outubro, Novembro e Dezembro que os apreciadores se regozijam, sobretudo se for uma época chuvosa. No que diz respeito à forma, a trufa é mais alisada quando o terreno é compacto e mais rugosa quanto mais irregular for o solo. A sua extracção é delicada, só sendo valiosa se as características originais forem preservadas. O aroma mistura húmus, alho e parmesão, sendo no passado apelidada de “alho dos ricos”. As trufas têm um tom bege amarelado, mas as que apresentam uma subtil cor rosada têm um aroma ainda mais marcante.  

A trufa branca é preferencialmente ingerida em cru e ralada directamente no prato com um cortador específico de lâminas muito finas, pois, quanto mais fina for cortada a trufa (tipo folha de papel), mais sabor irá libertar. Funciona como um aromatizante usado em quantidades reduzidas. Algumas das mais populares receitas envolvem massa fresca, risotto, ovos e tártaros.  

Como conservar as Trufas Brancas de Alba?
Sem lavar, as trufas devem ser delicadamente limpas com uma escova de rigidez média e, com a ajuda de um pano, retirar o excesso de terra. Em seguida, cubra-as com arroz, para não perderem a humidade, até ao momento de utilizá-las. Guardar num recipiente hermético para não perder o perfume. O arroz pode, e deve, ser utilizado na confecção de ‘risotti’, dado o aroma intenso a trufa a que foi submetido. 


Preço: entre 3500 e 7000 Euros por quilo

Para mais informações e comprasTrufas Alba e Feira da Trufa
Fonte: luxocom.eu

Canápé de Carpaccio com Geléia de Pimenta Cambuci




Geléia de Pimenta Cambuci
INGREDIENTES:
Pimenta Cambuci
1 kg de açúcar cristal
4 garrafas vinagre de vinho branco
MODO DE PREPARO:
Abra a pimenta cambuci e limpe as sementinhas e a parte branca de dentro (onde ficam grudadas as sementes). Após abri-las, corte em quadrados bem pequenos.
Coloque água para ferver sete vezes e lave a pimenta nessas águas ferventes.
Toda a pele da pimenta irá desgrudar dela.
Feito isso, coloque 1 kg de açúcar cristal para derreter. Quando chegar em ponto de caramelo, adicione o vinagre de vinho branco e as pimentas (que já estão em quadradinhos, sem pele e sem semente).
Quando o cheiro do vinagre evaporar por completo, pode desligar o fogo e esperar esfriar. Já temos a nossa geléia pronta!
Para o canápé de carpaccio, faça o seguinte:
INGREDIENTES:
Pão preto
Mostarda Dijon
Carpaccio de vitela
Pepino japonês
Geléia de pimenta cambuci
MODO DE PREPARO:
Pegue as fatias de pão preto e passe uma leve camada de mostarda Dijon. Fatie o pepino japonês em finíssimas fatias e “cole-os” em cima do pão preto.
Acima do pepino japonês, disponha fatias de carpaccio de vitela até “completar” o pão preto.
Para decorar e dar aquele sabor especial, coloque a nossa geléia de pimenta cambuci em cima do carpaccio.
Corte as bordas com faca afiada e depois em triângulos grandes.
Sirva em bandejas decoradas com pimentas variadas em um petit comitê em casa.
Fonte: Taste Food

Carpaccio de Vitelo com Pesto


Rendimento: (5 porções)
Ingredientes:
1 Folha de carpaccio de vitelo (vendido nas boas delicatessens da cidade)
10 Torradas de sua preferência
para servir como base
10g  de Queijo parmesão ralado na hora

Molho pesto de manjericão

10 Alcaparras
Molho Pesto – Ingredientes:
200g de Folhas de manjericão verde
100ml de Azeite

5g de Sal

25g de Queijo parmesão ralado

10ml de Água 

3 Dentes de alhos

50g de Castanhas
Molho Pesto – Modo de Preparo:
Num liquidificador, adicione somente as folhas de manjericão (sem os talos), o alho e as castanhas. Adicione fios de azeite, devagar e constantemente, para haver a emulsão do azeite. Acrescente o queijo parmesão e ajuste com um pouco de água, se necessário. Finalize com a quantidade de sal desejado.
 Modo de Preparo do Carpaccio como Canapés:
Disponha as bases da torrada no prato onde irá servi-lo. Fazendo o formato de uma rosa com um pedaço da carne do carpaccio, coloque-as sob as torradas. Acrescente o molho pesto por cima da carne e depois a alcaparra. Finalize com uma folha de manjericão e mais parmesão ralado.  
Fonte: Meu Dia D